quarta-feira, maio 9

Assim que tiver um tempinho...

respondo a este post do João Luís Pinto.

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terça-feira, março 13

Estonia's Liberals secure victory

Tallinn, Estonia

Prime Minister Andrus Ansip's Reform Party exceeded all expectation, when it won Estonia's Parliamentary election with the highest returns since its birth 13 years ago. It gained an extra 10% of the votes as compared to previous outcomes in 2003. The Reform Party had 27.8 (31 seats) percent of the votes, ahead of the Center Party led by Edgar Savisaar with 26.1 percent (29 seats), Homeland- Res Publica Union 17.8% (19 seats) Social Democrats 10.7% (10 seats) and the People's Union and the Greens with 7 and 6 seats respectively. Ansip pledged to continue lowering Estonia's renowned flat tax and preserve the market-friendly policies credited for helping the country achieve impressive growth. About 61 percent of the 895,000 registered voters turned out at the polls, according to preliminary figures. The election was the world's first Parliamentary ballot to allow internet voting.

in LI News, Issue 54. (Newsletter da Internacional Liberal)

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segunda-feira, fevereiro 26

A ler

Delírios graniticamente conservadores. Touché, caro CAA.

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quinta-feira, fevereiro 22

Liberalismo (levado) a sério

Diz Rui no Blasfémias que:

«Para serem levados a sério, os liberais portugueses têm de responder, pelo menos, a estas duas questões: i) que tipo de Estado consideram tolerável, definindo, claramente, as funções que devem competir ao poder público e as que devem regressar à sociedade civil; ii) como acham que se pode lá chegar. Até lá, o liberalismo português poderá caracterizar-se, como dizia o outro, por words, words, words. Simpáticas, mas praticamente inúteis.»

Concordo, mas dava jeito uma coisa: poder. É que os liberais Portugueses, que os há, estão dispersos... umas franjas num partido, outras noutro, uns sem partido, outros misantropos, outros preguiçosos. O problema não está em responder-se às duas questões colocadas, pois isso já foi feito muita vez e há-de continuar a ser. O que realmente justifica não passarmos das palavras é, não haver... liberais no poder.

Esta é a situação actual. O que devemos fazer (nós liberais) é pensar como poderemos sair dela e chegar a uma outra onde vejamos um liberalismo mais pujante. Como congregar? Quem congregar? Num novo partido? Noutro tomado de assalto (estilo PNR)? Influenciar paulatinamente um dos grandes? Fazer simplesmente um Think-Tank? Acho que estas questões estão a montante das do Rui. Sobre isto tenho pensado, e provavelmente escreverei.

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quarta-feira, fevereiro 14

Leitura mais que recomendada

Subscrevo com cada letrinha este post do Rui, no Blasfémias. Como é curtinho, olha, vai todo:

Imaginar que o referendo do aborto possa fracturar os liberais portugueses, ao ponto de os dividir inexoravelmente em duas, três ou mais linhas inconciliáveis, é desconhecer por completo a essência e a ética do liberalismo. Se há algum dogma intransponível para os liberais, a liberdade de consciência individual será seguramente o primeiro de todos. Ora, o aborto é, por excelência, uma escolha que depende, em primeira instância, da consciência de cada um, antes de depender de qualquer juízo legal ou moral. Por isso, poderão os liberais portugueses vir a fraccionar-se em razão de muitos outros assuntos. Se o fizerem por esse motivo, é porque provavelmente têm da liberdade uma ideia falseada.

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Aborto e Subsidiariedade

CN diz no blog da Causa Liberal:

O respeito pelas minorias no caso dos dilemas morais é conceder a soberania às comunidades locais de poderem regulamentar (e até proibir) actividades que estejam (ou sejam) legalizadas.

No final dá até um exemplo:

Quantos bairros residenciais começaram aos poucos a serem invadidos de "vida nocturna" pelo seu licenciamento imposto a nível municipal e nacional, contra a vontade local e prejudicando até o seu valor comercial? Por outro, se algum tipo de licenciamento fosse concedido com receitas a reverterem para o "bairro" (ou o da Junta de Freguesia), estes poderão ponderar da utilidade da receita.

Certíssimo, nada mais liberal que esta receita, o princípio da subsidiariedade. O problema é quando CN aplica este mesmo raciocínio à despenalização do aborto, numa crítica implícita:

foi o que não aconteceu com o aborto, onde a sua prática económica (ou gratuita) deve estar sujeita a não oposição local.

Pergunto eu então qual será o prejuízo para um cidadão, decorrente do facto de na sua localidade, mulheres terminarem voluntariamente a sua gravidez até às dez semanas num estabelecimento de saúde legalmente autorizado, que justifique a, alegadamente legítima, oposição local?

Não me digam que vamos parar outra vez à tolerância da intolerância...

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segunda-feira, fevereiro 12

Liberal contradição ou talvez não

Diz Bekx no e-jetamos:

Dando por adquirido que a liberdade de um indivíduo acaba onde começa a dos outros (neste caso o outro é o feto), parece-me uma clara contradição ver um liberal apoiar o "sim".

Não, Bekas, contradição é um dito liberal apoiar o Não. Porque sendo discutível o verdadeiro estatuto do feto, e estando a consideração da superioridade da vida intra-uterina face à liberdade da mulher, sob disputa, iliberal é votar de forma a impor aos outros uma determinada concepção sobre o momento em que a vida intra-uterina adquire pleno direito, ou pelo menos um direito prevalecente sobre o direito da liberdade da mulher. Sobretudo quando essa imposição não assenta em fundamentos racionais e científicos, apenas em questões de dogma, afecto ou fé.

Ver um votante do Não a entitular-se liberal é que é para rir.

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