quarta-feira, março 28

Os meios, os fins e a ética no CDS/PP

É claro que o meu post anterior sobre o CDS/PP está carregado de whishful thinking. Eu gostava que o sr. Portas não fosse líder de nenhum partido. Agora, que a malta do CDS/PP, que saliva por mais algumas migalhas de poder, prefere um populista telegénico a um Ribeiro e Castro, acho que a resposta é clara. Tenho pena, só isso.

E sim, o comportamento de Nogueira Pinto no Conselho Nacional não foi dos melhores. Se calhar o objectivo era justamente fazer estalar o verniz à tropelha Portiana - o que conseguiu - mas que não é honesto, não é. Há que admiti-lo. Catorze horas de reunião, com votações sobre as directas, para depois alegar que a petição prevalece sobre o Conselho Nacional é desonesto. Se prevalece, então porque o colocou a votação em primeiro lugar? É melhor admitir: o Partido foi tomado. Paciência. Será esse o comportamento que distinguirá aqueles que olham aos meios para atingir os fins, daqueles que, pelos visto, conseguem o que querem. Valha-lhes esse conforto. Aos dois.

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